domingo, 17 de fevereiro de 2013

Um filho doente em casa faz-nos delirar

Dois meses. DOIS meses minha gente. 60 dias, mais coisa menos coisa, com o pirata sem estar doente. Só quem passa sabe. Só quem passa pode perceber isto de já darmos por nós a contar os dias. Mas como não há mal que sempre dure também não há bons tempos eternos. Na quinta ligaram para ir buscar o besnico ao colégio. Febre (a tosse e o ranho estão com ele desde... setembro?). Hoje é domingo e a tosse e o ranho e a febre persistem. Cheira-me que amanhã visitamos o hospital. Sempre é uma maneira de ele sair de casa (passa os dias "mãe, vamos para a rua, vamos para a escola, por favor" QUEM O VIU E QUEM O VÊ). Mas pronto, a qualquer momento pode saltar um adenoide do meu filho pela boca tal é a tosse dele. A verdade maior de todas é que quanto mais velhos vão ficando mais fácil lidar com as inúmeras doenças infantis fica. Ok, e um i-phone ajuda muito para os entreter com as milhentas aplicações existentes. E um leitor de dvd. E um portátil. E a tv. E o mickey, esse senhor. E o ruca. E o noddy. E o jake e os piratas. E a dora a exploradora. E pandeiretas e micro ondas e tachinhos e panelinhas e esfregonas e baldes e papel e lápis de cera. E legos. E máquinas registradoras. E carrinhos. E cubos com letras e números. E puzzles. E lotos. E livros. E cabanas em casa. Sim, que a minha sala é um verdadeiro jardim de infância e só tenho um filho, nem quero imaginar. Já estou a delirar. Eu sei. Mas é o resultado de muitas horas em casa a tentar entretê-lo. Pobrezinho. Meu querido. Filhoco minhoco da mãe. Já disse que as crianças não deviam ficar doentes? Mas os adultos também não, ora essa, quem cuidaria deles?

(vou ali e já volto)

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