quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Pezinhos para que te quero

 

Estou naquela fase em que não sei o que meter nos pezinhos. Bota é muito quente. Chinelo é um gelo. Sabrina entra frio. Galocha faz suar.

 

(de maneiras que é isto)

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Dicas precisam-se

No dia 19 tenho um casamento. O enlace dá-se num restaurante na praia e bom bom era que o sol desse o ar da sua graça. Ou que pelo menos não chovesse…

O grande dilema: o que vestir? O que me aconselham? Não é um casamento dito tradicional e formal mas também não é um mero jantar. E a noiva merece que uma pessoa se esmere minimamente. Ajudem-me!

 

(eu quero é festa, devo confessar-vos…)

(e depois não digam que falo sempre do mesmo…)

(mas e se o pirata ficar/estiver doente nesse dia? Oh god…)

Hoje tenho um jantar com as minhas sex and the city girls

E isso deixa-me tãoooooo contentinha!!

 

(sim, que se uma pessoa não desanuvia um pouco então dá em louca!)

 

Depois de 1 semana inteira em casa

 

Voltou hoje à escola. Cheio de tosse, é certo, mas sem febre já há uns dias e com a garganta boa, acho...

 

(se vos disser que estou à espera a qualquer momento que me liguem para o ir buscar, vocês acreditam?)

(e a parte em que regridem por estarem em casa dias a fios? NINGUÉM MERECE. Isto dava toda uma tese…)

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Escola, round 43257856

Pois que estamos novamente doentes. Na quarta ligam-me por volta das 16 horas e dizem “mãe, o pedro está com febre, quando puder vir…”. Sendo que é a segunda vez no espaço de duas semanas, que ainda não está frio, temos para nós que a coisa não se avizinha simpática aqui para os nossos lados, nos próximos tempos (até maio, vá…). Febrões, garganta inflamada, antibióticos, brufens e benurons estão na ordem do dia.

 

A única coisa que me consola é ver a evolução dele por causa desse fenómeno que se chama escola. Agora depois de ir ao wc agarra no papel higiénico e limpa-se (ou tenta, ahaha). A pintar e a fazer desenhos está um homenzinho, vê-se que já houve ali directrizes. Põe-nos a fazer os exercícios que aprende na ginástica e é ver-nos a correr pelo corredor lá de casa. Gosto de ver que todos os dias há mudanças positivas (as doenças parece que fazem parte deste fenómeno de socialização chamado escola, não há nada a fazer).

 

Mau mau é faltar ao trabalho, mas a pessoa vai fazer o quê? Com 2 e 3 anos ainda não são autónomos…

 

(cheira-me que este blogue vai andar assim durante uns tempos largos, chatinho que só ele…)

 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Estamos vivos

Pirata começou a escola, como já contei. No sábado, ao fim de 4 dias, ficou com febre e muito ranhoso. Faltou na segunda e na terça lá regressou ao novo mundo. Na primeira semana andou agitado, inseguro, não nos largava, choramingava a toda a hora, reagiu à mudança. Já dizia o outro que quem não sente não é filho de boa gente. Esta semana parece-me mais calmo. Continua a protestar quando é deixado na escola mas nada do outro mundo. Só volta a ficar agitado na hora da saída e aí volta a chamar por nós até chegarmos. Isto de ter filhos todos os dias implica novas mudanças, novas situações, novas preocupações. É muito mais fácil para quem está de fora. Ou se é!

 

(mas é tão bom vê-los crescer e vê-los sorrir e poder confortá-los e dar-lhes mimo e confiança…)

(esqueci-me de referir que com uma semana de escola o miúdo já não usa fralda, já pede para fazer, habituou-se de imediato aos novos horários, almoça e dorme mais cedo, deita-se mais cedo à noite, o que para nós é um alívio, e de facto o ser humano é um ser muito estranho!)

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O primeiro dia do resto da vida dele

O primeiro dia do resto da vida dele foi ontem. Eram 9 horas e entrámos no seu novo mundo. Muita criançada. Muito choro. Muita risada. Muita cantiga. Muitas idades. O pirata esteve lindamente enquanto estive por perto. Foi ao escorrega e na sala dele sentou-se a brincar sem grandes problemas. O pior foi na hora de eu me vir embora. Nem sei descrever. O que me confortou foi ver outros tantos miúdos a reagirem de forma igual e outros tantos pais tão perdidos quanto eu. Despedi-me, saí, ele ficou a espernear e a chamar. Dor no coração. Fui buscá-lo à tarde e ele estava normal, sem sinais de ter chorado muito tempo. Vinha com um presente para a mãe feito por ele e contou-me o que almoçou e que fez óó e desenhos e que esteve com a Paula, educadora dele.

(hoje fui levá-lo e custou mais que ontem, já sabia para o que ia e só me puxava para a porta. Queria ir passear ao parque. Fazer o que sempre fez até aqui. Ficou a chorar novamente. Despedi-me e vim embora. Custa para burro... e nunca mais são 16h30...)