sexta-feira, 27 de julho de 2012

Estamos de férias

(e esqueci-me de vos avisar - e fazer inveja)
(até dia 6)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Profissionalismo Vs Lazer

O profissionalismo fez-me perder o curso de cozinha. Há dias em que odeio isto de ser “by the book” (e eu nem sou muito…).

 

A hora do curso coincidiu com horas extra que me foram solicitadas. Resultado: não arranjei guerra com a entidade patronal e continuo uma nulidade na cozinha

 

(senhores da VAQUEIRO dai-me outra oportunidade…. Não há 2 sem 3 – que a primeira calhava no dia de anos do batato – e eu acho que mereço)

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O que se ouve por aqui

 

“Aquela tem um rabo que chegava para alimentar todas as favelas do rio de janeiro”

 

 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Fui convidada para fazer um curso de cozinha

 

E acho a situação, no mínimo, irónica. Sou uma nulidade (das verdadeiras) na cozinha. Sei estrelar um ovo e fritar um bife, mal e porcamente. Na verdade,  sou um fracasso assumido.

 

A Vaqueiro percebeu isso na primeira hora em que entrou neste blogue “esta gaja precisa de uma esfrega, vamos lá fazer dela uma mulher” e atreveu-se a convidar.

 

Como quem não deve não teme (“não é assim?”), fiquei tipo criança aos saltinhos que recebe um presente (devo considerar isto um presente?). Vou aprender qualquer coisa. Seja lá o que for, vai de certeza valer a pena.

 

(não quer dizer que me torne numa fada do lar, mas o saber não ocupa lugar – “não é assim?”)

(obrigada à Vaqueiro que tem olho para a coisa, tirar mulheres do buraco parece-me uma decisão de extremo bom senso. Vou ser uma aluna esforçada)

(depois conto e publico fotos se me deixarem)

(continuo aos pulinhos)

quarta-feira, 4 de julho de 2012

A propósito do post da Gralha sobre fases

O comentário da mesma no seu blogue, em conversa com quem a lê deixou-me a pensar:

"Neste momento acho que às vezes é preciso teimosia mesmo, já nem é persistência. Nas alturas em que parece não haver sentido nenhum, é preciso apostar às cegas na possibilidade de um futuro imprevisível"

(é que eu acho que é mesmo isto.)
(e é assustador...)

O batato fez anos ontem

 

E quando chegou à garagem do local de trabalho, para ir para casa, deparou-se com isto

 

(acho que as colegas deliraram mil vezes mais do que ele)

(os post it diziam felicidades, parabéns e amo-te)

(parece que ao longe, olhou para a coisa e pensou ‘olha um carro da zon’. Depois aproximou-se e disse ‘ah é o meu…’ e por fim, ao ver as colegas todas histéricas a apreciarem o espectáculo, pensou ‘q raio me fizeram estas gajas ao carro?’)

(ok, depois deve ter lido os post its e percebido… penso eu de que…)

 

domingo, 1 de julho de 2012

Casais, férias em separado, o que pensam disto?

Cá em casa, desde que o crianço nasceu, que temos as férias a 3, as férias a 2 e as férias em separado. Isto tem uma razão de ser e este post se está a ser redigido é porque um anónimo deixou uma mensagem a explicar que não entende e coiso e tal.

A questão é a seguinte: o puto é pequeno. Nós não temos avós ou quem quer que seja disponíveis e que nos digam "olhem queridos, deixem o miúdo uma semana e vão espairecer". Os avós têm a vida deles, ficam para irmos jantar ou passar umas horas fora mas a situação de o deixarmos uma semana com eles ainda não é possível. Também porque nunca foi habituado a isso e agora é mais complicado deixá-lo, não está habituado a dormir fora de casa porque nunca tivemos essa abertura... e depois, podemos deixá-lo com uma baby-sitter ou afim, podemos e já o fizemos duas noites seguidas no máximo. Porque tudo se paga. Mas não dá para ser tanto tempo. A carteira não deixa...

Conclusão: fazemos as nossas férias normais a 3. Temos os nossos fins-de-semanas a 2, os nossos jantares, cinemas, saídas, o que seja. E para finalizar, damo-nos ao luxo de, se se proporcionar, ir com amigos passar uns dias fora, em separado, em alturas distintas. Quando um vai fica o outro com o pirata e vice versa. A sanidade mental é algo que se paga bem caro se não fizermos estas coisas. E depois, é bom para o casal. Porque não? Antes de existir o casal existia toda uma vida com amigos e amigas e uns dias fora com os ditos nunca fizeram mal a ninguém. Há de chegar o dia em que vamos para esses sítios os 3, em que o pedro vai estar mais crescido e já dá para o juntar a estes passeios.

O batato foi agora, eu fui em Maio e já tinha ido antes e ele idem. Não vejo mal nenhum. Entendemo-nos assim. Compreendo que nem todos percebam. Mas há todo um desgaste face à existência de uma criança e como tal momentos a 2 e momentos sozinhos com amigos são cruciais. Volto a dizer, a minha opinião vale o que vale. As pessoas são diferentes. Há quem não largue os filhos por nada. Há quem precise de respirar. Há quem pegue neles bebés e viaje pela europa e para países tropicais. Há de tudo. Feitios...

(e caro anónimo, estes temas são sempre interessantes de debater e como tal pode identificar-se, não doi nada)

O senhor lei

Quando se porta mal não quer comer ou afins, digo que vou chamar este senhor. Para quem não sabe é o polícia do noddy. Quando ameaço, finge que não é com ele. Mas quando começo a chamar "oh senhorrrrr leeei!!!", treme todo e come ou faz o que mando, sem pestanejar.

(estou a fazer mal?)

O desfralde (ou a tentativa de...)

De dia faz xixi em várias partes da casa, ao verdadeiro estilo "marcar território". Não gosta do bacio e gosta da sanita. Ainda não pede para fazer o que quer que seja. Mas depois das principais refeições sento-o na sanita e lá fica. E quando faz grita "viva mãe". Mas de resto, se não o puser lá, faz onde estiver.


(não está a correr bem pois não?)