quinta-feira, 14 de abril de 2011

Let's go girls!

Fui almoçar às docas com uma amiga. O sol, a esplanada, a saladinha (blec), o suminho de laranja, a companhia acima de tudo, foram suficientes para me deixar (ainda) mais bem disposta. Que uma gaja precisa de oxigenar o cérebro. E estar com os seus. E tagarelar. Por isso mesmo é que, não estando contente, logo à noite vai com um grupo de 9 gajas jantar aos meninos do rio. Uma delas é mãe recente e está prestes a ter um treco e nós vamos salvá-la do abismo. Porque lá porque (passo a redundância) é mãe não tem de esquecer que existe vida para além da cria :) (quando o pirata nasceu fiz sempre questão de sair com amigas ou com o batato, para arejar a cabeça. uma pessoa dá em louca se se fecha para as coisas boas do mundo (aquelas para além dos nossos filhos)

3 comentários:

Helena Barreta disse...

Foi um conselho que dei às minhas sobrinhas quando foram mães, que saíssem e se divertíssem, com amigas, com o marido, sozinhas, o importante é não esquecerem que continuam a ser mulheres. É certo que a prioridade é o filho e nunca vai deixar de ser, mas ser mãe não é sinónimo de clausura.

E esses momentos de puro prazer, por vezes nem têm que ser muito longos, são óptimos, tanto para a mãe como para o bebé.

CAP CRÉUS disse...

Cuidado, não digas isso muito alto.
Não digas que há um mundo lá fora depois de os putos nascerem!

Juanna disse...

Há um enorme mundo lá fora Cap Creús e chateia-me imenso viver num país onde não tenho ninguém da família, onde não posso deixar nunca as minhas filhas e ir jantar com o meu marido, namorar sozinhos, nada :(
Há uma coisa que eu detesto que me chamem, que é "ó mãe da M e da L". Eu digo sempre, com cara trocista, "antes de ser a mãe da M e da L sou a Juanna, sff"