quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Amamentação, a minha experiência

A partir dos 5 meses de gravidez, comecei a deitar um líquido do peito, que após uma chamada para o médico, fiquei a saber ser o colostro. Todos os dias dava conta do soutien sujo, uma maravilha... not!

Batatinho cá fora, tinhamos pela frente a parte da amamentação. Nas aulas tinhamos sido alertados de que os primeiros dias seriam mais dificeis mas que depois tudo normalizaria. E que, de facto, o leite materno é o mais indicado para o bebé e para a sua imunidade.

Ora, as primeiras tentativas foram completamente frustradas. O batatinho era desajeitado, não pegava como deve ser, chorava, e a mãe dele, moi meme, inexperiente nata, também não sabia muito bem como fazer. As enfermeiras ajudaram e explicaram como puderam. Umas queridas à excepção de uma velha guarda que queria fazer a coisa à força. Uma pequena besta que agarrava o batatinho e o empurrava à bruta para a maminha. Mandei-a logo passear. Sem tirar nem pôr.

No hospital, tentávamos dar a maminha, para nos irmos habituando, e de seguida ele bebia leite artificial. O meu leite demorou uns dias a subir, e isso só aconteceu quando já estávamos em casa, 3 dias depois.

Com a subida do leite, era ver-me pingar pela casa, uma alegria! Andava com umas conchas no soutien que tinha de despejar com tanta frequência que às vezes não me lembrava, baixava-me e pimbas, banho de leite :)

O leite era tanto que o batatinho nem tinha prazer em mamar, não fazia força, aquilo caia-lhe na boca com tanta facilidade que o desgraçado ficava irritado depois de mamar. Optei então pelos mamilos de silicone, a invenção do século. Com os ditos, o pequeno mamava a bom mamar, sugava a bom sugar, e no final estava exausto e dormia :) Passou a ser assim e ainda hoje são os meus melhores amigos, os mamilos de silicone.

Pelo meio, o peito encaroçou, eu não estava a dar vazão a tanto leite, o peito doía para valer, tinha que tirar o excesso com a bomba, no banho massajava o mais que podia, e até febre tive. Nada de anormal, segundo os especialistas. Com a febre e as dores, liguei ao médico que me disse para tomar uns comprimidos que se usam para secar o peito, mas em quantidade menor, de forma a frear a quantidade do leite, que era um abuso.

Não tive coragem de tomar aquilo. Tive receio de ficar sem leite. Pensei algumas vezes em cagar de vez e passar a dar leite artificial, mas depois o peso de consciência apoderava-se de mim, e lá fazia o sacríficio.

Hoje, as coisas estão normalizadas, como me tinham dito que seria. Continuo a dar mama, em exclusivo. Não tenho dores. Não tenho febre. A quantidade de leite equilibrou. E o batatinho é um verdadeiro leãozinho a comer.

No post anterior, quando perguntei o que levava uma mulher a decidir não dar peito ao seu filho era mesmo quando, ainda grávida, já tinha decidido não dar peito. Mesmo sem saber se teria ou não leite. Alguém passou por isso? E porque tomou essa decisão?

(o batatinho esteve internado 3 dias, no final do ano, e eu tive de ficar 24h sem dar peito. Aí foi mesmo a prova de fogo: o meu peito começou a doer de novo, por estar tão cheio, eu passava o tempo a tirar com a bomba para me aliviar, e não houve um minuto em que não ponderasse em cagar na cena e secar o peito de uma vez por todas. No meio de stress, pressões, preocupações com o batatinho doente, visitas a aparecerem sem mais nem porquê no hospital, e sem avisarem, quando o miúdo não recebia visitas, chorar a toda a hora, acho que se tivesse optado por não dar mais mama, não seria condenável. Não aconteceu. Superei a prova. E tenho orgulho em mim. Daí não compreender muito bem, fundamentalismos à parte, as mães que decidem antes do bebé nascer não dar peito. Apenas porque não. Mas cada um sabe de si. E Deus sabe de todos :)).

(mais uma vez, a minha mãe foi o meu grande apoio, a minha grande amiga, o meu grande ombro. há mães e mães, mas à minha tenho mesmo de "tirar o chapéu". sempre!) (adenda: COMO É ÓBVIO, o batato é o meu pilar. mas isso escuso de estar sempre a dizer. somos o pilar um do outro. o ombro um do outro. sempre)

Cenas do outro mundo

Quem é o pai que estrangula até à morte a própria filha porque como se ia suicidar não queria que ela sofresse pela ausência?

(filho da puta!)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Testemunhos aguardam-se

O que leva uma pessoa a decidir não amamentar o seu filho?

o facto de não ser prático?
o estar a trabalhar e não poder?
o lado estético?
a dependência que isso gera?
em que ficamos?

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Os 3 da vida airada :)

E os fins de semana são oficialmente de passeio. O lema é passar o menos tempo possível em casa. É pegar no batatinho e passear até não podermos mais. Porque queremos aproveitar os momentos a três. Porque esses dois dias são os únicos em que o podemos fazer. Porque quando o sol espreita a disposição ainda fica melhor.

(e o cair da noite é oficialmente de sossego, banho, calma e paz)
(2 meses do batatinho, já amanhã)

E o anúncio publicitário do "tantum"?

A parte em que aparece uma "tipa" a cantar "tananananam... TANTUM!" é, nada mais nada menos, de bradar aos céus...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O cúmulo da distracção é...

...sair para a rua com botas de pares diferentes e só perceber isso horas depois de já ter regressado...

(fuck!)

Anónimos maldizentes para que vos quero

(que é como quem diz, vão-se encher de merda)

O pós-operatório

Batatinho cá fora, entra-se na fase da recuperação. Toda a gente me tinha dito que o pós-operatório de uma cesariana custa horrores. Que se tem muitas dores. Que a mobilidade é reduzida. E que demora, pelo menos, uma semana a estarmos como novas. No meu caso, posso dizer-vos que não custou assim tanto. Não tive muitas dores na costura. Andava perfeitamente, ok, um bocado mais devagar para não romper os pontos! E só estava mais fraca porque só podia ingerir líquidos. As pessoas, nomeadamente as minhas cunhadas que já passaram por cesarianas, diziam que eu estava óptima. Que não é comum. Bla bla. A única coisa que me custou foi ter tido grandes perdas de sangue. E derivado disso, muitas dores. Passei a noite após o parto cheia de dores e a largar coagulos de sangue. Segundo os médicos, o útero dilatou. Tive as chamadas dores tortas. "ah não tiveste dores para parir? então toma lá disto!". Eram dores à séria. De me deixar esquálida. De pedir para me tirarem o batatinho dos braços. E de hora a hora lá vinha a enfermeira pressionar-me a barriga para expulsar os coagulos. Disto a uma anemia foi um tirinho. Coisa pouca, vá. Mas eu estive sempre bem disposta, animada e confortada pela presença do batato.

(e agora que já vos impressionei, vou ali almoçar e já volto)

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

26 de Novembro de 2009

O dia 26 de Novembro chegou. Na véspera andei hiper, mega nervosa. Para ajudar à festa, o tempo estava péssimo, fiquei fechada em casa a matutar no dia seguinte e a fazer os piores cenários (sim, sou uma dramática...).

O batato ainda foi trabalhar de manhã. Levantei-me tarde e surpreendentemente confiante (tendo em conta que no dia anterior estava uma pilha...). O batato veio buscar-me e fomos almoçar à Portugália (ou terá sido à Lusitânia?). Só sei que emborquei um belo bife cheio de molhanga e muita batata frita. O deadline eram as 13h. A partir daí não podia comer nadinha. E água, só mesmo aos bochechos.

Dali, fomos ver o rio. Espairecer. Divagar sobre os nossos últimos minutos como casal sem filhos. E de seguida, hospital connosco. Às 18h e pouco apresentámo-

-nos e demos entrada. Nervoso miudinho. Isto de ir para um parto com data e hora marcada é muito à frente e deixa a pessoa muito mais stressadinha, verdade seja dita.

Subimos. Fomos para o quarto. A mãe batata chegou nos entretantos (de notar que a mãe batata é mesmo a melhor mãe do mundo, que me ajudou sempre imenso nos 9 meses de gravidez. E no parto. E nestes dois meses desde que o batatinho nasceu. Ninguém lhe chega aos calcanhares! É mãe, amiga, companheira. Adiante). O tempo de espera no quarto foi o pior. Sentada na cama até aparecer alguém para me "preparar". Coisa estranha. Lá veio a enfermeira. Vestir a bata. "tome lá o clister para limpar o intestino. vamos ouvir o batimento cardiaco do bebé". Ok, agora pode ir para o quarto esperar mais um bocado. De seguida veio a anestesista conversar comigo. "Alergias? Doenças de maior? Problemas de coluna? ok, até já então".

E dali para a sala de partos foi um tirinho. Ca medo. Epidural, deixar de sentir as pernas, conversa da equipa para me distrair, sentarem-se na minha barriga porque o batatinho estava mesmo muito subido, mandarem entrar o pai e saiu o macaquinho, ratinho, pingente.


Eu tinha a certeza absoluta que não ia chorar. Mesmo. Mas minha gente, quando o vi toda eu desabei. Quando o puseram perto de mim, aqueles segundos voaram. Há coisas que não se explicam e esta é uma delas. Chorei que nem uma Madalena. Baba e ranho. Indescrítivel. Eu e o batato pai estavamos noutro mundo.

(e dali, o efeito da anestesia passou antes do tempo e gritei de dores até reforçarem a dose; fiquei quase 2h no recobro; e só quando cheguei ao quarto é que vi com olhos de ver o batatinho :)
(o nascimento foi num hospital privado. foi a minha opção. prezo muito o meu conforto, a gravidez não era de risco, o bebé estava bem, não havia motivos de maior para ir para uma maternidade ou uma estefânia. se houvesse algum problema, estávamos mesmo colados à maternidade. e não fomos a pensar que iria haver. são opções e percebo muito bem quem decide ter os filhos nos hospitais públicos. e sei que aí a eficiência, em caso de urgência, é muito mais elevada. mas não me arrependo. Gostei de ter comigo o batato pai durante 3 noites. De ter conforto. Mimo. Um wc só para nós. Digam o que disserem, para mim fez toda a diferença.)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Batata, versão pré-mamã





(ao todo foram mais 16 quilos. Ah valente!)

sábado, 16 de janeiro de 2010

A marcação do dia P(arto)

E depois de 39 semanas a carregar o Pedro, eis que chega o dia P - do parto. Nas últimas consultas o meu obstetra resolveu "lançar o pânico". (não sem antes fazer o famoso toque... onde quase me tirou as entranhas, onde eu me espremi toda e onde até o batato teve pena de mim... fiquei a sangrar durante uns dias e a pensar que o pedro nasceria a qualquer momento... bonita visão heim?).

"Ah e tal, o bebé já está demasiado grande e ainda está de 38 semanas...", "ah e tal, tudo o que come está a ir para ele", "ah e tal, vai ter de repetir a última ecografia porque quero a opinião do colega, em relação ao peso", "e é melhor repetir as análises das glicémias, com este tamanho há a possibilidade de diabetes gestacional".

Fuck!

Lá fomos às análises. Tira sangue, bebe a solução nojenta de glucose, espera 1h, bebe mais e tira sangue, e sempre assim, perfazendo um total de 3 h. Mais um bocado e desmaiva ali de fraqueza...

Lá marcámos nova ecografia. Lá pagámos mais um balurdio. Lá nos disseram que de facto o bebé estava grande e que por aquele andar nasceria com 4 kgs. Dali, fomos de novo à consulta.

"não há diabetes gestacional nenhuma, falso alarme" (jura?)

"vamos para cesariana. Não esperamos pelas 40 ou que ele queira nascer. está muito subido e é grande, não vamos arriscar um parto normal, só iriamos gerar sofrimento ao bebé e a si".

"às 39 semanas, dia 26 de Novembro, às 19h venha ter connosco, pode ser assim?"

(e assim se marcou um parto)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Direito de resposta

Sobre os meus posts sobre a gravidez, recebi um comentário de um anónimo a dizer:

"isto toca a todas...mas daí a espetá-lo num blog...vê lá se o teu puto ainda chega qq dia a ler isto..."

Se o meu puto ler isto, não terei quaisquer problemas. O facto de não ter adorado estar grávida não invalida que não seja apaixonada pelo meu filho. Essa associação de ideias é ridicula! E ainda hei-de falar sobre o parto e sobre os sacrificios de se ser mãe. E vou continuar a amar o meu filho como nunca ninguém o vai amar.

(estamos entendidos?)
(e ele há-de ler o comentário e perguntar "mãe, porque é que a pessoa não assinou?". e isso sim, não vou saber responder! duh!)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Ainda sobre a gravidez

E as vezes que temos de fazer análises ao sangue? E quando ainda temos de repetir certos exames "porque não são conclusivos"? E os anos de vida que perdemos quando vamos para a primeira eco à séria e rezamos a todos os santinhos para que tudo esteja bem? E a espera pelos resultados do rastreio bioquímico, para o despiste de deficiências? E a lenga lenga do "você já ganhou X quilos, tem de ter cuidado com o que come". Pimbas, estamos gordas, mal dispostas, e agora ainda temos que ter cuidado com o que comemos? Puta de vida. "Ah e não apanhe muito sol porque pode ficar às manchas". Yeh right! Só falta dizerem para não sairmos de casa. As noite de verão que passei na sala a olhar para o tecto porque não dormia com o calor não têm conta. Acho que virei obcecada com as temperaturas. Era ver-me a dizer "foda-se, estão 24 graus e são 11 da noite, não vou dormir outra vez com tanto calor". É isso mesmo. Há um mau estar manhoso. E quando me queria levantar da cama, e que era quase preciso uma grua para me ajudar? Ridiculo! Note-se que não ganhei assim tanto peso, mas foi o suficiente para me deixar irritadinha e nervosinha. E depois os comentários inocentes "ah, estás enorme". "bem, é uma diferença abismal de uma semana para a outra". "só estás de 4 meses?". Argh!!!

(acho que chega de falar da gravidez...)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Vamos por partes - a gravidez

Quem disse que estar grávida é bom? No meu caso, ao fim de apenas 5 meses de gestação, já bufava e desejava que o tempo passasse rápido. "Ah e tal, a gravidez é um estado de alma, é lindo, bla bla". O tanas! A gravidez provoca nauseas, azia, inchaço, quebras de tensão. A gravidez impede-nos de nos movermos como o comum do mortal. A gravidez faz-nos ter calor. Dormir mal. Procurar roupa que nos sirva e seja minimamente engraçada (a roupa de grávida é muito poucochinha...). 5 meses seriam mais do que suficientes. Era desnecessário chegarmos a um ponto em que não podemos "com uma gata pelo rabo" (é assim que se diz?). Não nos conseguimos baixar. Nem mexer como deve ser na cama. Em que tudo é um suplício.

(estou a dizer alguma mentira? sim, das poucas coisas boas que podemos ter nesses 9 meses é mesmo quando sentimos o bebé. Mas, pelo amor de Deus, no final já temos as costelas desgraçadas com tanto pontapé e mexidela. Já não aguentamos as dores nas costas. É muito sofrimento. E deve ser por isso que vamos tão cegas para o parto. Porque estamos desesperadas. Já estamos por tudo. E depois são outros 300.)

(continua)

É já no próximo post

Eu não queria, juro que não queria, falar desta experiência que é a maternidade. Não queria falar do Pedro. Nem contar como têm sido os meus dias. Mas é isso ou não escrever rigorosamente nada. Peço desculpas aos demais, até porque este não é um baby blogue, mas apetece-me falar do misto de emoções que tenho vivido.

(até já)

Enough

Mantinha, sofá, séries, quentinho, bolachas. Excelente. Um dia. Dois dias. Três dias, vá. Agora, quando se torna sistemático a chuva, o frio e o vento, tudo em simultâneo, sentimos que alguém lá em cima está a gozar connosco.

(vamos lá a acabar com isto, sim?)

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

SOULBIZNESS


O novo EP dos SOULBIZNESS está pronto! Antes do lançamento do segundo volume da série "Collectables", previsto para o primeiro trimestre deste ano, a banda de Lisboa avança com uma novidade do disco que aí vem - "Room 108" para ouvir aqui (não se vão arrepender!).


sábado, 9 de janeiro de 2010

Mais do mesmo

Depois do anúncio do Pingo Doce cujas semelhanças com um anúncio do Turismo de Portugal ou das Pousadas foi mera coincidência (a bandeira de portugal não engana... muito menos o cristo rei ou o palácio da pena!), e onde os protagonistas são pessoas extasiadas de felicidade e onde temos de gramar com minutos a fio de uma voz irritante "de janeiro a janeiro!", tudo agarrado a alfaces e afins, eis que surge um novo reclame (como diz e muito bem a minha mãezinha) da mesma marca, mas desta vez com vários cozinheiros vulgo tenores a cantar à volta de pizzas. Epa, não sei o que é pior...

(é muito enervante. muito mesmo. jizus!)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Sendo assim... vivá ruth marlene...

Eu cá acho que a Clara Pinto Correia tem um grave problema naquela cabeça.

(mas isso sou eu cujas opiniões não interessam para nada...)

Vejam as caras de extase sexual da dita, aqui. Ou então não vejam. Não perdem nada. Que ridiculo, senhores...

Xii ca nojo

Ruth Marlene é capa da Playboy. Ca medo... Toda peladinha, literalmente, como o bom português gosta!

Aqui

(800 euros foi o valor do cachet... que miséria! Ao ponto que a coisa chegou...)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Devaneio...

1 pum 2 bois 3 chinês 4 sapato 5 pinto

6 REISSSSSSSSSSSSSS

(vivó baltazar e o belchior e o gaspar!!!)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

E...

... já só faltam 2 quilos para voltar ao peso que tinha antes da gravidez.

(not bad...)

domingo, 3 de janeiro de 2010

Feliz 2010 para todos

Os últimos dias do ano foram muito atribulados. Tendo em conta que na véspera de ano novo já estávamos em casa, vou acreditar que 2010 vai ser assim: calminho, sossegado, no sossego do lar e... com saúde!

(tudo a fazer figas por nós)