domingo, 2 de maio de 2010

Ser mãe

- é a pior coisa do mundo;
- é a melhor coisa do mundo;
- é uma preocupação constante;
- é uma felicidade constante;
- é chorar por tudo e por nada;
- é ficar feliz quando ele faz coco;
- ou quando ele come a sopa;
- ou quando dorme a noite toda;
- é stressar quando dorme a noite toda seguida sem um único miar;
- é andar de rastos e ainda assim saber que o mau depressa se apaga pelo bom;
- é ter vontade de fugir umas horas;
- é sentir saudades ao fim de 1 h longe;
- é ter a certeza que é mesmo nosso filho quando nos dizem: "tem mesmo a quem sair tão refilão";
- é ansiar por um sorriso;
- é sentir o conforto quando lhe pegamos ao colo;
- é sermos fortes até mais não;
- é enfrentarmos tudo e todos que mexam no nosso queijo (filho);
- é mostrarmos fotos dele ao mundo;
- é não conseguir sair sem ligar a saber se ele comeu, ou dormiu, ou chorou;

é bom à séria
é muito mau

e hoje estou de parabéns

7 comentários:

Lia Santiago disse...

Assustaste-me! Parabens :) e espero, daqui a uns meses, comentar este teu post de outra forma ;)

diafeliz disse...

Pelo teu 1º dia da mãe, quando ainda não sabes mt bem como isso é e já aprendeste tanto ,sem que ninguém te ensinasse. É inato, é instintivo e Maravilhoso.
PARABÉNS linda mamã !E já percebes tudo o que te tenho dito ácerca de ser mãe.Bjo grande, mt grande , mereces .

Maffa disse...

Parabéns Batata!!
E eu na minha experiência toda de mais um aninho de maternidade posso-te dizer que as partes boas ficam ainda mais gigantes e as partes más estäo a diminuir.
mil beijocas

Helena Barreta disse...

Posso assegurar que é isso tudo e mais, muito mais.

No meu caso, e porque o meu filho acaba de entrar na idade maior - 18 anos -, os sentimentos e os afectos crescem e multiplicam-se, à medida que os anos vão passando. E é bom.

Parabéns pelo 1º Dia da Mãe.

Um beijinho

gralha disse...

É mesmo!
(e sabe tão bem o 1º dia da mãe)

Joao Manuel disse...

Relembro-te o poema do Radinbranath Tagore sobre "O princípio - the begining" em "The Crescent Moon" (tradução do próprio para inglês do poema original indiano) que está no teu blog de Janeiro sobre a gravidez e o que é ser mãe/pai - extractos da tradução do google embora haja outra versão portuguesa dos anos quarenta que é péssima - (é válido para os dois progenitores ...)

Anónimo disse...

Querida Rita, nunca aqui comentei, mas tenho de te dizer duas coisas (se me permites a liberdade e são apenas a minha modesta opinião);

1) És mãe! Tudo o que escreveste é DE mãe, 100%, e quem disser que ter um filho e amá-lo com tudo o que se tem não é isso, estará a mentir ou vive num conto de fadas com MUITA ajuda "logística" e aí é sempre mais fácil falar acerca de perfeição sem mácula ou cansaço ou sofrimento. Filhos vêm das 'entranhas' e é nelas que nos dói o mau e de onde vem o que nos dá a força e a generosidade para sentir a benção do que é tão bom também.

2) Sim, estás de parabéns, pelo menos por aquilo que tenho aqui lido. :)
Aliás, estamos. Hoje (só estou a escrever a dia 4 mas refiro-me a dia 2) é dia da mãe e também o dia em que a minha única filha completa 12 anos. ;)

Rita... :)
É a maior, mais difícil e mais compensadora aventura de uma vida. É o único amor por quem se quer viver a vida inteira e por quem se morreria já, se preciso fosse, para que lhes fosse possível essa vida inteira, mesmo que sem nós a vermos. :)
Beijinho

Sofia

PS: tenho, no entanto, uma má notícia (coisa que já te devem ter repetido milhares de vezes) :) Não melhoram com o tempo, as preocupações só aumentam (o cliché não podia ser mais verdadeiro) mas a vida será, paradoxalmente, cada dia mais e mais encantadora. Go figure! ;)