sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Direito de resposta

Sobre os meus posts sobre a gravidez, recebi um comentário de um anónimo a dizer:

"isto toca a todas...mas daí a espetá-lo num blog...vê lá se o teu puto ainda chega qq dia a ler isto..."

Se o meu puto ler isto, não terei quaisquer problemas. O facto de não ter adorado estar grávida não invalida que não seja apaixonada pelo meu filho. Essa associação de ideias é ridicula! E ainda hei-de falar sobre o parto e sobre os sacrificios de se ser mãe. E vou continuar a amar o meu filho como nunca ninguém o vai amar.

(estamos entendidos?)
(e ele há-de ler o comentário e perguntar "mãe, porque é que a pessoa não assinou?". e isso sim, não vou saber responder! duh!)

8 comentários:

diafeliz disse...

E assim é que se fala, nem mais! Que parvoíce !

Maffa disse...

Eh eh APOSTO que essa mäe anónima vai ser daquelas que atira à cara ao filho todos os dias quando ele tiver 16 anos
"O que eu sofri por ti... dei a vida por ti, e tu näo me ligas nenhuma".

Nós que nos queixamos na altura certa e às pessoas certas näo ficamos daqui a 15 anos amarguradas com a vida.
Meter para dentro faz mal...

BlueAngel disse...

Grande Rita!!! Quem escreve assim conhece bem o teclado!!! :-DDD

Whitesoul disse...

Rita, claro que vais saber o q responder, respondes assim: olha filho quem escreveu aquilo foi uma parva qqr q n tinha mais nada q fazer e então resolveu armar-se em esperta lol. q parvoíce....

Mags disse...

Rita, ainda n te dei os parabéns, mas dou-tos agora a dobrar. Pelo filho lindo que tens... q só pela forma cm o descreves, é uma criança SUPIMPA, e, pela MÃEZAÇA q és!
Estou ctg, em género e número, e sei, que numa família de grandiosas batatas, o bebé só vai poder sentir toda a felicidade do mundo e mt orgulho!
Mil beijos!
Margarida/Mags/Gigi

made in ♥ love disse...

Ritinha... estou 100% contigo... detestei estar gravida... das 2 vezes ... é uma canseira, e um ja tem 13 anos e o outro 11 e sabem e riem-se e adoram quando desato soprar o quanto foi detestável... tenho pena de na altura não ter tido um blog para registar esses momentos que eles iam adorar... mas agora que estou a planear o 3º vou faze-lo de certeza... :)

Um beijinho
Eduarda

Ju disse...

Sinceramente também não é coisa que goste! Bem pelo contrário...o carinho deles compensa tudo e por isso decidi engravidar novamente,ou já devia era ter-me esquecido do maravilhoso que é estar grávida(not!)

Joao Manuel disse...

Deixo a minha "colaboração" para esta "discussão metafísica" sobre gravidez e nascimentos relembrando um dos "poemas da minha vida" o princípio de Rabindranath Tagore - escritor indiano prémio Nobel da literatura em 1913:

"Mãe de onde eu vinha quando me encontraste?", perguntou o menino à sua mãe
A mãe, entre rindo e chorando, estreitou o menino ao peito e respondeu: "tu estavas escondido em meu coração como desejo dele meu amor ... Viveste em minha vida e na vida de minha mãe. Vieste pouco a pouco, um século depois do outro, no seio do Espírito imortal que dirige o nosso lar ... Tua suavidade terna floresceu primeiro em meu corpo de jovem, como a cor da alvorada antes do sol despontar ... Que enlevo me arrebata quando te contemplo, meu filho! Eras tudo e tornaste meu. Que medo tenho de te perder ... É por isso que te estreito em meu peito. Ah! Que milagre envolveu o tesouro do mundo nestes meus braços tão frágeis?"

(Só estão excertos do poema)

Isto cala muito fundo dentro de qualquer progenitor - seja mãe seja pai