sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

O centro dos problemas da batata

"O passado não tem futuro"

(não é uma coisa premeditada, ok?)

:(

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Palavras para quê?

Mais um dia em vão no jogo em que ninguém ganhou
Dá mais cartas, baixa a luz e vem esquecer o amor
És tu quem quer
Sou eu quem não quer ver que tudo é tão maior
Aqui está frio demais pra apostar em mim

Vê que a noite pode ser tão pouco como nós
Neste quarto o tempo é medo e medo faz-nos sós
És tu quem quer
Mas eu só sei ver que o tempo já passou e eu fugi
Que aqui está frio demais pra me sentir... mas queres ficar?

Tudo o que é meu
É tudo o que eu
Não sei largar
Queres levar
Tudo o que é meu
E tudo o que eu
Não sei largar

Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou
Vem que a água vai lavar o que me dói
Vem que nem o último a cair vai perder

Tudo o que é meu
É tudo o que eu
Não sei largar
Queres levar
Tudo o que é meu
E tudo o que eu
Não sei largar

Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou
Vem que a água vai lavar o que me dói
Vem que nem o último a cair vai perder


Não... vai perder...



(só) Nos sonhos, tudo é possível...

Vi um menino, com um piano,
No céu da minha cabeca,
Veio de tao longe,
só para me pedir,
Que nunca o esqueca.
Vinha tocar o seu piano,
Como só nos sonhos pode ser,
Por entre as nuvens e as estrelas,
Apareceu, quando me viu, adormecer.
Ficou sentado, perto de mim,
Onde mora a fantasia,
Quis-lhe tocar, mas nao se pode ter,
A noite a iluminar o dia.
Soprou devagarinho, uma estrela,
Que se acendeu na sua mao,
Disse-me podes sempre ve-la,
Se souberes sopra-la no teu, coracao.
Vi um menino, com um piano,
A despedir-se de mim,
Como uma nuvem, fez o mar e partiu,
Nos sonhos pode ser assim.
Disse-me esta a nascer o dia,
Vou p'ra onde a noite se esconder,
Volto com a primeira estrela,
Para tu nunca teres medo, ao escurecer.

(Mafalda Veiga)

Façam-se apostas

Quanto tempo a batata vai aguentar no ginásio, desta vez?

(estão abertas as votações)

vazio

do Lat. vacivuadj.,

que não contém nada ou só contém ar;
esvaziado;
despejado;
desocupado;
despovoado;
desprovido;
destituído;

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Manias

Cada vez que vou ao wc, aqui no trabalho, quando estou a fazer xixi penso sempre "oh caraças, será que tranquei a porta?"

(seremos todos um pouco assim?)

Quem é normal, levante o braço

Esta semana está a dar comigo em louca. Segunda saí às 3 da manhã. Terça, à 1h. Quarta, às 5h. Ontem, às 18h30. Hoje ainda aqui estou. Domingo venho outra vez. Segunda não há tolerância de ponte para ninguém.

A questão é:

como é que eu algum dia poderia normal?

domingo, 15 de fevereiro de 2009

O carnaval chegou mais cedo



Este fim de semana houve direito a festa de carnaval ali para os lados de évora. A família Rosado da Fonseca voltou a fazer um brilharete com um evento mega divertido, onde se juntaram as mais variadas máscaras, todas geniais, muita música, muita comida, muita bebida, muita amizade e boa disposição.

A festa foi uma lufada de ar fresco. Obrigada. Vocês sabem quem :)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Que título dar a isto?

Este blog esteve em baixo, só não reparou quem não tentou aceder à respectiva morada. Os motivos não foram os melhores. Nem os piores. Foram os motivos da batata. Pedida em casamento. Feliz da vida. Entusiasmada. E tudo e tudo e tudo. Um dia acordei ansiosa. Com pânicos. Choros. E daí a adiar o casamento, foi um tirinho. Algo que me deveria deixar nas nuvens andava a deixar-me de rastos. Eu sei que todas as noivas têm dúvidas. Mas isto já não eram dúvidas. Já era de mais. Deixei para outras "núpcias". Salvo seja. Com amigos e família à mistura, não há nada que não se resolva. E não caso agora, caso depois. Ou não. É o que Deus. E eu. Quisermos. Haja saúde. Que não estava a haver...

(assim acabam-se as perguntas, obrigada)