quarta-feira, 1 de julho de 2009

'Mestre Dami' garantia que "desfazia" feitiços contra vítimas ou familiares

"Além de vendedor de automóveis de profissão, "mestre Dami" dizia ser parapsicólogo e quebrar feitiços lançados sobre as vítimas. (...) A denúncia partiu de Sandra, residente em Valongo, e que conheceu Diamantino, "mestre Dami", através de um amigo depois de lhe aparecer um sapo morto à porta de casa. Depois de várias peripécias, Sandra foi levada ao cemitério de Agramonte, no Porto, onde o "mestre" desenterrou uma caixa onde estava uma folha com uma praga e respectivo contra-feitiço. Para a desfazer, Sandra teria de colocar 210 mil euros - que só obteve através de vários empréstimos bancários - dentro de uma caixa. Esta, depois de selada, seria colocado debaixo da cama de cada uma das vítimas da praga durante sete noites, no total de 21 noites. Quando se reuniu com Diamantino para fechar a caixa, o "mestre" ordenou que fechasse os olhos e rezasse. Terá sido então que trocou a caixa por outra igual. Após a primeira noite, incentivada pelo namorado, Sandra abriu o cofre e no interior, em vez do dinheiro descobriu um coelho morto já em decomposição. O "bruxo" terá alegado que tinham sido os "maus espíritos" a "comer" o dinheiro por Sandra ter quebrado o contra-feitiço". in DN

(ora aí está... há gente muito burrinha, graças a Deus... pena da vítima? nadinha!!! ajoelhou vai ter de rezar! BURRA!!!)

Sem comentários: