domingo, 14 de junho de 2009

Desabafo

Um pouco fora de tempo, preciso (porque sim) de fazer um comentário (ainda) sobre as eleições do passado dia 7. Consta que houve problemas com as pessoas que foram votar com o cartão do cidadão. Que não constavam da base de dados, porque os números não são os mesmos dos cartões de eleitores que tinham anteriormente. E dificuldades que tais. Foram perguntar ao Ex.mo Sr. Primeiro Ministro, essa vedeta de nome José Sócrates, se estava a par do que se estava a passar. A personagem respondeu feliz da vida e no alto da sua confiança "claro que estou a par. ainda há bocado me sucedeu o mesmo. mas é simples. basta pegarem no tlm e enviarem um sms para o número XXX com o vosso número de contribuinte e de seguida recebem logo a informação necessária para poderem votar".

Caro anormal/atrasado mental Primeiro Ministro de Portugal, toda a gente percebeu que estava tão à nora quanto o comum do mortal. E toda a gente percebeu que se apercebeu que havia problemas com os cartões do cidadão, apenas e somente, quando deu por si a votar e lhe aconteceu o mesmo. E toda a gente percebeu que lhe deve ter bastado um telefonema para um qualquer escravo seu para ficar a saber o que fazer.

Agora, escusa de dizer com a maior das naturalidades que é "fácil", que não tem problema nenhum. Porque o mínimo que deveriam ter feito era alertarem as pessoas, com a devida antecedência, e explicarem o que deviam fazer face a essa situação.

Nunca gostei de si, não votei em si, mas com isto ainda fiquei a gostar menos. SONSO!!!

3 comentários:

Mafalda Caçula disse...

se eu te contar o a tata e o pai mandaram uma sms para esse tal numero ao qual não obtiveram resposta tu não acreditas, mas se eu te contar que a tata ficou fula por não ter tido resposta e começou a chama-lo de mentiroso aí já acreditas... =)

Belo Socrates que temos

Anónimo disse...

Quem tem um cartao do cidadao recebeu em casa uma cartinha com o seu numero de eleitor, pelo menos eu recebi...

Rita disse...

era bom q assim tivesse sido. mas s essa fosse a realidade, a comunicaçao social n s teria dado ao trabalho de fazer uma reportagem sobre o assunto. mt menos entrevistarem o primeiro ministro. certo?