segunda-feira, 25 de agosto de 2008

On vacations

A batata foi de férias e esqueceu-se de avisar...

... a batata continua de férias até dia 1!

(beijos e queijos)


quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Cá a mim parece-me que esta devia era apanhar (muito) mais

"Carolina Salgado, que ganhou notoriedade devido ao seu envolvimento com o dirigente portista Pinto da Costa, queixou-se de ter sido agredida terça-feira pelo ex-namorado e proprietário da estalagem Rainha D. Leonor, em Cabeço de Vide (Portalegre), confirmou fonte oficial à Agência Lusa." (in Diário Digital)

(toma lá para não seres atrasada mental...)

Revolta

"O presidente da Comissão Episcopal da Mobilidade Humana disse hoje, em Fátima, temer 'uma certa xenofobia junto da população portuguesa' para com os imigrantes, devido ao assalto ao balcão do Banco Espírito Santo (BES), em Lisboa." (in Público)

Xenofobia? Qual foi a parte que ainda não perceberam de que o assalto foi a burrice do século??? Uma sucursal onde não se fazem depósitos em dinheiro, junto ao Palácio da Justiça e do Estabelecimento Prisional, numa zona altamente movimentada de Lisboa, é mesmo a pedirem um tiro nos cornos.

Brasileiro, preto, cigano, caucasiano, indiano, que diferença faz? FORAM BURROS!

E depois, ainda há quem vá deixar flores na sucursal em causa com um recado a dizer que o assaltante só foi alvejado fatalmente por ser brasileiro. Oh senhores, ganhem juizo. Por mim o outro também podia ter morrido. Se fosse de outra qualquer raça, incluindo a minha, o sentimento seria o mesmo.

Haja pachorra para a igreja católica que anda sempre com teorias da batata e cheia de moralidade...

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Que dor...

Ao chegar do almoço, e prestes a entrar no edificio onde trabalho, deparo-me com uma alminha a estacionar o seu CLK. A personagem era a verdadeira assassina. Marcha-atrás, PIMBA, embate com toda a força numa árvore (não estou a exagerar). Não contente com aquele feito impressionante, voltou a fazer o mesmo. Eu já estava a doente e só pensava "porra, aquele carro quase que pagava a minha casa, quem será a vedeta?". Após inúmeras tentativas, o carro ficou com a frente toda de fora (só não tiro foto porque estou num 9.º andar e não se ia ver nada!). Quando a porta se abriu, ficou tudo explicado. Mulher na casa dos 50 anos, cabelo amarelo alaranjado, muito gorda, típica pata brava ou nova rica, o que quiserem, que pensa "de onde este veio vêm muitos mais". O marido que lhe pôs aquela merda nas mãos deve ter cá uma fezada na pessoa com quem casou...

(estas cenas deixam-me doida!!)

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Percalços

Despedida de solteira, nem vê-la. Percalços acontecem. A batata não é excepção...

Sexta-feira, por volta da meia-noite, chega a casa com o batato. Toca de meter a chava na porta. Até aqui tudo normal. Feita a primeira volta, a dita resolve amuar. Fazer birra. Nem direita, nem esquerda, nem sai da fechadura. Teimou porque teimou que ali ia ficar. E os batatos já a espumar. Com a chave já torta na fechadura, descemos, e sentados no carro ligámos à calipa. Google era a sua missão. Chaves 24h. As chaves do areeiro, que em todo o lado dizem ser 24 horas, são umas grandessissimas aldrabonas. Tanto número e atenderem-nos foi mentira. Sonsos! Ligámos para outra empresa qualquer, "ah e tal os nossos piquetes estão ocupados em alverca e no seixal" (e a batata que continua sem saber onde raio fica alverca...). À terceira lá conseguimos, não sem esperar uma boa meia hora. Chega-nos o "sr. Nelson" no seu belo punto, com a sua bela caixa de ferramentas e a sua bela radiografia (que afirmou com todo o orgulho serem os pulmões do seu filho).

Subiu e em dois minutos a porta estava aberta. Após constatar que a fechadura só poderia ser mudada no dia seguinte, porque tinha de ir à fábrica ver se havia (bla bla bla), conseguiu chocar-nos quando nos disse na maior das descontrações "são 212 euros pela deslocação e abertura de porta". O batato estava atónito. A batata idem, mas conseguiu disfarçar melhor.

No dia seguinte, 12h, lá estava o "nelson" de caixa de ferramentas em punho e desta vez trazia um ajudante. Em 20 minutos mudou as fechaduras (o ajudante devia ser para o apoio moral). Em 20 minutos recebeu mais 55 euros. Em 20 minutos ainda nos pediu para ficar com a fechadura antiga "é que pode ser que tenha arranjo".

Em 20 minutos, mais coisa menos coisa, fica-se com a carteira bem magrinha e o coração bem apertadinho.

Quanto à despedida da minha amiga susi, nem pelo canudo a vi :(

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Mistral

Já não me lembrava como era estar na praia à noite. Já não estava com a minha leonarda inês há bastante tempo. Junta-se o útil ao agradável e "vai daí" quando damos por nós estamos na mistral às 20h, na esplanada, de frente para o mar, após um longo dia de trabalho.

Rimos que nem perdidas a lembrar os sketches do Nuno Lopes e a história dos "carapaus à espanhola".

Ainda deu para assistir a uma cena de dois senhores que não têm vida. A batata fez logo o filme. Pai e filho. O filho já na casa dos seus 30 e muitos quase 40 anos que ainda mora com o pai. O pai solteiro ou viúvo que tem um desgosto se a personagem se lembra de sair de casa um dia (mas depois também ninguém lhe pega, logo a probabilidade é ínfima).

Ok, mas o que realmente interessa é que estas duas vedetas estavam de olho num rapaz que estava a praticar o seu windsurf, na sua paz e sossego. "Ah e tal ele não pode estar ali, merecia era uma multa"; "ah e tal, vamos chamar o dono do bar"; "ah e tal, está a vê-lo lá ao fundo?"; "ah e tal dê-lhe forte e feio quando ele sair". Para ajudar à festa, uma bichona louca empregado do café dizia "é que ele pode levar com uma mota de água, porque é de noite, é um perigo" (r-i-d-i-c-u-l-o).

O dito saiu da água, ouviu os treslocados e só disse "prendam-me se quiserem". E "mai" nada! Ao que a dupla pai e filho estavam revoltados, mandaram mais "umas postas de pescada" e foram para casa com o sentimento de dever cumprido.

Inesa, o que vale é que temos sempre alguma coisa para contar aos netos ; )

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

E a propósito da proibição de massagens nas praias algarvias

Dizia o responsável/comandante (whatever...) da capitânia de Faro, para justificar tal proibição:

"Toda a gente sabe como começam as massagens, mas o que não se sabe é como terminam"

(e eu pergunto: o que é que o senhor sabe que a batata não sabe?)

(só gente louca...)

A propósito da despedida de solteira que tenho este fim de semana

Mãe batata, após saber que a batata ruma aos algarves, como boa madrinha que é, para (mais) uma despedida de solteira:

"Filha, cuidado com o álcool, já sabes que sofres com as ressacas..."

(posto isto, o que se responde?)

Sobrancelhas

A batata experimentou a nova técnica de depilação de sobrancelhas (ou Styling, como dizem as "chicas espertas") com um cordel, e só tem a dizer bem. Com cera doía, e dizem que faz descair a pele daquela zona; com pinça doía. Com o cordel também doi. É um facto. Mas doi muito menos. Não se compara. E o tempo que se leva naquilo é reduzido para metade. Foram 9 euros MUITO BEM EMPREGUES.

(isto depois de uma massagem de relaxamento com uma bichona louca, que me fez perder uns 10 minutos de massagem com as suas teorias sobre o enxofre que faz bem à pele, e que as pessoas julgam que é chegar e fazer a massagem mas que há que saber o que doi e os males de que se padece, bla bla... fora os 10 minutos para despir... paga-se 1 hora e leva-se com 40 minutos e "já gozas"... chulos...).

Dúvidas que assolam a batata

Porque é que de manhã, quando vamos no carro, a rádio nos parece estar a um volume perfeitamente aceitável e, depois quando regressamos ao carro, ao fim do dia, a música já nos parece estar em altos berros?

E porque é que, dantes, os gajos das motas até agradeciam quando nos afastávamos para eles passarem e hoje acham que é assumido que eles passem pelo meio das faixas, levando quase os carros atrás?

E porque é que quando fazemos pisca para mudar de faixa, nos apertam para não nos deixarem passar, e se não fizermos pisca passamos na boa?

segunda-feira, 4 de agosto de 2008