domingo, 3 de junho de 2007

Monfortinho volta, estás perdoado!

Cheguei. Já voltei. Mas ainda lá estou. Foi um fim-de-semana em cheio. Sempre a rir. Entre amigos. Muita boa disposição. Muito calor. Muita vontade de ficar mais uns dias...

Sexta fui com a Xon (vulga Margarida) para cima. 3 horas de viagem, mais coisa menos coisa. Só pudemos ir à hora do almoço, por motivos que não interessam nada... (cenas da batata frita...). Primeiras a chegar ao Hotel Astoria. 4 da tarde. Calor. Deixar as coisas no quarto e ir piscinar. Convívio com a "seita" aroma da terra (para quem não sabe são uns gajos estilo herbalife mas na área de cosméticos), que iam chegando aos magotes à piscina e se iam cumprimentando das janelas dos quartos para os que estavam na piscina. Quando eu e a xon demos por nós, estávamos no mundo aroma da terra. Gente soupeira que só visto. "Nós somos muito mais, mas este fim de semana só estão os que alcançaram as metas" (já eram poucos...). "olhe, tome lá um cartãozinho, nada como juntarem-se a nós para nos ficarem a conhecer", "então e estas meninas também fazem parte do grupo? ai não fazem? não faz mal, já conhecem a aroma da terra?", "oh dona graça, que bem que lhe fica essa touca de banho! oh srº carlos, a sua tanga é muito sexy", "alguém sabe o que é a sexorexia? vem aqui na revista"...

Nisto, aparecem os noivos, que nos descobrem no meio da seita, e nos perguntam chocados "mas vocês conhecem esta gente toda?". Ao que nós respondemos "sim batanitos, até estamos a pensar levá-los para o vosso casório, o que vos parece?".

Piscina aqui, piscina ali, tosta mista e cola pelo meio, quarto descansar um pouco, banho e descer para jantar com o noivo, com a Milfontes (vulga rita) e com o zé carlos (vulgo jarbas). Jantar pacato, último de solteiro do nosso sebastião. Não fosse o jantar da comunidade aroma da terra mesmo ali ao lado, teria sido perfeito. Ele meteu discurso, ele meteu palmas, ele meteu bandeira, enfim, uma panoplia de coisas giras (e do melhor para rirmos que nem uns perdidos). Finda a janta, vamos ter com o padrinho (vulgo zé), o valério (vulgo andré), a angela, o viking (vulgo joão) e a magda (vulga hiperactiva) à quinta do valério, ali perto. Mega tertúlia à antiga. Homens para um lado, mulheres para o outro. Histórias de chorar a rir.

O noivo dá o grito do ipiranga e diz "vou dormir, quem vem?" (são nervos senhor, são nervos...). Lá fomos todos para o Hotel.

Consta que houve quem ainda se dirigisse à discoteca do hotel, desse um pezinho de dança e abanasse o capacete até às 4 da matina. O desgraçado do noivo, que resolveu passar a sua última noite de solteiro no mesmo quarto que o padrinho, teve o azar deste chegar e o acordar: "batanito, bora aqui ver o canal de caça, está sempre a bombar!", "epá oh ze, preciso de dormir, caso-me amanhã, apaga lá essa merda!". O zé (vulgo pedro), não se ficando, vai buscar um extintor do hotel e ameaça partir aquilo tudo (escusamos de dizer que estava bebedo?). Noivo em pânico. Zé finge que vai deixar o extintor no lugar, mas que o vai pendurar precisamente pela patilha de accionamento. Noivo em pânico, "epá oh zé, não é assim". Ok. Zé lá adormeceu. Noivo em pânico. Padrinho zé ronca que nem um porco. Noivo averigua se no wc cabe lá o colchão. Não cabe. Ok. Plano B. Recepção. Pede outro quarto. Dorme 5 horas na paz do senhor.

(relato de sábado já a seguir...)

2 comentários:

Anónimo disse...

fica a faltar a cor do quarto!!!!!

Rita disse...

tens razao (xon??). o nosso era encarnado. p da milfontes e do jarbas era verde. tambem vi um azul. o nosso era o mais lindoooooooooo, lol! : )